Duelistas que revertem o engajamento
Esses confrontos são difíceis porque não se limitam a absorver o Volibear: eles aguardam o momento em que ele anuncia sua entrada. Quando o Volibear ativa o Q, ele frequentemente revela o alvo, a direção e o momento da jogada. Um campeão capaz de aparar, se esquivar, contra-atacar ou prolongar o duelo pode transformar o primeiro contato em uma armadilha. O W de Volibear se torna menos confiável se o oponente escapar do ciclo, e seu E perde muito valor se for evitado ou se a luta sair da zona.
Como o campeão deve se adaptar. Volibear precisa diminuir o ritmo. Ele deve forçar o inimigo a usar seus recursos defensivos com a onda, movimentos curtos e a ameaça do Q, e só entrar na luta quando a resposta principal estiver menos disponível. Lançar o E antecipadamente e fazer trocas curtas são mais importantes do que um all-in imediato.
Alcance e manobras de kiting que impedem o acesso
Esse perfil é perigoso porque ataca o ponto fraco mais fundamental do Volibear: ele precisa se aproximar do adversário. Se o adversário conseguir dar um golpe antes do contato, recuar durante o Q ou punir a aproximação com controle de grupo, o Volibear perde a liberdade de escolher as trocas. Seu R ainda pode criar um momento decisivo, mas se ele chegar com a vida já muito baixa ou sem um ângulo adequado, a ultimate não resolve o problema. Ela permite que ele entre, mas não garante que o alvo permaneça ao alcance.
Como o campeão deve se adaptar. Ele deveria evitar duelos diretos e se concentrar mais em jogadas em grupo. O Volibear precisa preservar a vida, usar as áreas de cobertura, esperar pelo posicionamento desfavorável do adversário e finalizar com o jungler ou em um objetivo. Em espaços abertos, correr diretamente contra um alvo móvel geralmente proporciona ao adversário a melhor situação possível.
Jogadores agressivos que castigam jogadas prolongadas
Volibear gosta de trocas rápidas e repetidas, mas pode acabar se prejudicando se permanecer por muito tempo no alcance corpo a corpo contra campeões que ganham força durante a troca. Seu primeiro ciclo de Q → W → E pode ser muito forte, mas se a luta continuar depois disso, alguns bruisers levam vantagem por meio de reinícios, acumulações ou dano prolongado. A questão não é apenas o confronto em si, mas a duração que o Volibear escolhe. Quanto mais ele transforma uma troca controlada em um duelo de ego, mais tempo dá ao adversário para atingir seu melhor momento.
Como o campeão deve se adaptar. A estratégia correta é se afastar após a primeira vantagem. Acerte, marque com W, pegue o escudo E e, em seguida, rompa o contato se o segundo ciclo não estiver garantido. O Volibear deve vencer por meio da repetição, e não entrando em um duelo prolongado e descontrolado.